Durante quase oito anos o Coelho Radioactivo, projecto cantautoral de João Sarnadas, pareceu escorregar lentamente para um hiato permanente, cuja promessa foi sendo esperançosamente quebrada por algumas aparições ao vivo que nunca se cumpriram num verdadeiro regresso. Nunca houve num entanto um afastamento entre Sarnadas e a música. Mesmo durante este período de silêncio radioactivo, que levava amigos e conhecidos a perguntar a Sarnadas quando o encontravam na rua “Então? Ainda estás na música?”, Sarnadas editou dois discos em nome próprio na sua editora Favela Discos, deu concertos a solo e em diversos grupos, fez música com Well, fundou José Pinhal Post-Mortem Experience, tocou ao vivo com Live Low e com os Glockenwise, fez música para dança e teatro, e por aí fora. E mesmo tendo o Coelho permanecido na toca durante todo este tempo, havia um disco meio gravado por lançar a remoer, que se tornava cada vez mais pesado, disco esse que sai finalmente cá para fora.

Quem acompanhou o percurso de João Sarnadas nos seus projectos mais recentes poderia tentar adivinhar que o próximo disco de Coelho Radioactivo seguisse uma linguagem espaçada e delicada, ou uma abordagem cada vez mais experimental à canção. Contudo, esse prognóstico estaria errado. Este disco é por vários motivos uma rotação de 180 graus no percurso que o músico tem vindo a fazer. Os primeiros 90 graus pelo simples facto de este ser o primeiro disco de um Coelho acompanhado, o primeiro disco em que as músicas não foram feitas de um modo solitário, mas em conjunto com um grupo de amigos, Os Plutónios, numa garagem em Mataduços. Já os restantes 90 graus, têm precisamente a ver com o facto de o disco ter sido feito numa garagem. Como sabemos os discos feitos nesses locais míticos para as bandas são muitas vezes mais dados a guitarras eléctricas do que a dedilhados folk. Assim, é com 31 anos que Coelho e companhia lançam um disco de rock e de garagem, com uma instrumentação descomprometida, de guitarra eléctrica, baixo, bateria e teclado.

Se o seu Canções Mortas é um disco tão pessoal que quase chega a ser constrangedor, este disco deixa de falar tanto de um eu e procura falar sobre um “nós” mais geral. Também há nele músicas sobre amor, mas não é esse o foco do disco, aqui fala-se sobre o ser humano na sociedade que construímos, é falada a nossa condição, o nosso fracasso em atingir os nossos objectivos, o nosso fracasso em comunicar, a nossa relação com o trabalho, o dinheiro e o nosso bem-estar. Evitando ao máximo tocar estes temas sensíveis de um modo condescendente ou reprovador, mas antes num tom franco e contemplativo. Assim, é sem grandes pretensões que o Coelho Radioactivo regressa, acompanhado de amigos de longa data e antigos colegas de escola, Carlos Rosário, Pedro Teixeira e Ricardo Barros, contando ainda com participações de Luís Severo e Catarina Branco num disco de pop rock, tão descomprometido quanto o Coelho consegue ser. 

Poesia Cocó

E se o “Eu tenho dois amores” for sobre a migração das andorinhas? E se “Buenos dias Matosinhos” trouxer mensagens encriptadas de outro planeta?

Poesia Cocó é uma mistura de stand up comedy, storytelling, poesia e drinking games, onde se assume que tudo é um poema. Virais do youtube são um poema. Rótulos de papas para bebé são um poema. O horóscopo no jornal regional é um poema. Tudo é um poema. Estes textos são depois o ponto de partida para as interpretações mais inusitadas, dando espaço para todo o tipo de piadas, para a acesa troca de ideias e para as teorias da conspiração mais arrojadas.

Rodrigo Marques

O recifense Rodrigo Marques é hoje um dos principais nomes do humor no Brasil. Durante a pandemia, Rodrigo cresceu muito em todas as suas redes sociais. Em maio de 2019, gravou o seu especial de comé dia “O Problema é Meu” em Recife/PE, para quase 2.000 pessoas e hoje já soma quase 4 milhões de views no seu canal no Youtube.

Atualmente, o humorista faz parte do elenco do Programa “A Culpa é do Cabral” que já está na 10° temporada. Agora em 2025, Rodrigo Marques partirá para mais uma tour na Europa. Passando pelas cidades mais especiais, ele vai levar boas risadas aos seus fãs portugueses.

JOSÉ PINHAL POST-MORTEM EXPERIENCE

Durante a década de 80, José Pinhal foi um subvalorizado mestre da música de baile.Com o desígnio de homenagear a obra deste lendário cantor, surge, em 2016, a José Pinhal Post-Mortem Experience. Vários concertos se seguiram, sendo que o interesse pelo cantor e pela banda tem aumentado notoriamente a cada ano que passa, refletindo-se no percurso crescente que o grupo musical tem tido nos últimos tempos.

A história do cantor e o seu legado póstumo ligado à banda de tributo têm sido tema recorrente na imprensa nacional e internacional, sendo apresentado nos noticiários e em programas de entretenimento.

Bruno Aleixo

Bruno Aleixo dispensa apresentações. Icónico resmungão de Coimbra (cidade da qual não arreda pé), junta-se aos seus colaboradores Renato Alexandre e Busto para “Aleixo Amigo – Um show ao vivo muito seu amigo”!

Neste show ao vivo muito nosso amigo, Bruno Aleixo encontrará soluções práticas e eficazes para problemas do dia a dia e não só!

No palco, João Moreira e Pedro Santo, autores das míticas personagens da Bairrada (e não só!), ajudam a plateia a resolver os seus problemas e/ou dilemas, em formato podcast.

João Couto

Desde a sua vitória no programa Ídolos em 2015, João Couto lançou dois álbuns,incluindo o aclamado Boa Sorte (2021), e realizou recentemente a série de concertos“Canções Sobre o Meu Carro e o Quarto”, com o apoio da Antena 1. Em 2024, regressaao Festival da Canção como autor e intérprete de “Quarto para Um”.

O novo álbum, Efeito Submarino (fevereiro 2025), marca um novo patamar na suacarreira. Produzido em grande parte pelo próprio e com colaborações de João Borsch eBen Monteiro (D’Alva), assume-se como o seu trabalho mais pessoal até à data.

Na sua carreira já colaborou e partilhou palcos com nomes como Miguel Araújo, SamuelÚria, Joana Espadinha e D’Alva. Com Efeito Submarino, promete solidificar o seu lugarcomo uma das vozes essenciais da pop portuguesa contemporânea.

Coelho Radioactivo

Durante quase oito anos o Coelho Radioactivo, projecto cantautoral de João Sarnadas, pareceu escorregar lentamente para um hiato permanente, cuja promessa foi sendo esperançosamente quebrada por algumas aparições ao vivo que nunca se cumpriram num verdadeiro regresso. Nunca houve num entanto um afastamento entre Sarnadas e a música. Mesmo durante este período de silêncio radioactivo, que levava amigos e conhecidos a perguntar a Sarnadas quando o encontravam na rua “Então? Ainda estás na música?”, Sarnadas editou dois discos em nome próprio na sua editora Favela Discos, deu concertos a solo e em diversos grupos, fez música com Well, fundou José Pinhal Post-Mortem Experience, tocou ao vivo com Live Low e com os Glockenwise, fez música para dança e teatro, e por aí fora. E mesmo tendo o Coelho permanecido na toca durante todo este tempo, havia um disco meio gravado por lançar a remoer, que se tornava cada vez mais pesado, disco esse que sai finalmente cá para fora.

Quem acompanhou o percurso de João Sarnadas nos seus projectos mais recentes poderia tentar adivinhar que o próximo disco de Coelho Radioactivo seguisse uma linguagem espaçada e delicada, ou uma abordagem cada vez mais experimental à canção. Contudo, esse prognóstico estaria errado. Este disco é por vários motivos uma rotação de 180 graus no percurso que o músico tem vindo a fazer. Os primeiros 90 graus pelo simples facto de este ser o primeiro disco de um Coelho acompanhado, o primeiro disco em que as músicas não foram feitas de um modo solitário, mas em conjunto com um grupo de amigos, Os Plutónios, numa garagem em Mataduços. Já os restantes 90 graus, têm precisamente a ver com o facto de o disco ter sido feito numa garagem. Como sabemos os discos feitos nesses locais míticos para as bandas são muitas vezes mais dados a guitarras eléctricas do que a dedilhados folk. Assim, é com 31 anos que Coelho e companhia lançam um disco de rock e de garagem, com uma instrumentação descomprometida, de guitarra eléctrica, baixo, bateria e teclado.

Se o seu Canções Mortas é um disco tão pessoal que quase chega a ser constrangedor, este disco deixa de falar tanto de um eu e procura falar sobre um “nós” mais geral. Também há nele músicas sobre amor, mas não é esse o foco do disco, aqui fala-se sobre o ser humano na sociedade que construímos, é falada a nossa condição, o nosso fracasso em atingir os nossos objectivos, o nosso fracasso em comunicar, a nossa relação com o trabalho, o dinheiro e o nosso bem-estar. Evitando ao máximo tocar estes temas sensíveis de um modo condescendente ou reprovador, mas antes num tom franco e contemplativo. Assim, é sem grandes pretensões que o Coelho Radioactivo regressa, acompanhado de amigos de longa data e antigos colegas de escola, Carlos Rosário, Pedro Teixeira e Ricardo Barros, contando ainda com participações de Luís Severo e Catarina Branco num disco de pop rock, tão descomprometido quanto o Coelho consegue ser. 

Pedra Letícia

Formada em 2005, a Pedra Letícia é hoje uma das bandas mais emblemáticas do rock cómico brasileiro. Liderada por Fabiano Cambota, o grupo conquistou o coração do público com sua mistura única de talento musical e humor irreverente.

Com quatro álbuns de estúdio e três gravados ao vivo, a Pedra Letícia tem demonstrado que a mescla entre a música e a comédia continua a encantar públicos de todas as idades.

Agora, com os olhos voltados para 2025, a banda prepara-se para celebrar seus 20 anosde história. O som irreverente, as letras que arrancam risadas e a energia quetransforma cada apresentação num evento inesquecível são a prova de que, após 20anos, a festa só está a começar.